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quarta-feira, 17 de março de 2010

Quase um estranho...

Tínhamos nos conhecido em um evento na faculdade, durante uma sessão de cinema seguida de bate-papo, observei mais atentamente aquele rapaz, certamente mais novo que eu (e talvez por isso me despertava tanta curiosidade) e que era alvo de comentários de uma colega e uma professora.


-É gay- dizia uma

-Será? Tão bonitinho...-dizia a outra

E eu que não sou atenta e deixo as coisas passarem, afirmei: não é! Seguramente que não.

Pára – disse Carla- você é muito lesada e otimista, e no seu histórico de paixões...já amou mais de um gay.

Tenho certeza- eu disse- Homem que não esconde sensibilidade e tem esse olhar de come- quieto..., esse aí é depravado, com essa carinha come as mais ousadas, as mais tímidas...dá pra perceber, olha bem.

É gay- repetia rindo a professora, no que eu encerrei a conversa e disse:

Tudo bem..é bom que pensem assim e ri maliciosamente.

Dias se passaram e aquele rapaz teimava em aparecer nos meus sonhos, começamos a trocar e-mails totalmente impessoais e minha criatividade para fantasiar com ele só aumentava.

Eu vivia um paradoxo, estava totalmente desanimada com o meu quase-relacionamento e não sentia vontade de me tocar e nem ser tocada, só que ao imaginar aquele rapaz que eu vira somente uma vez, reacendia toda aquela chama de quando era novinha e não deixava os namorados em paz, eu vivia num constante cio e adorava sentir isso novamente, mesmo que só em fantasias.

Até que em uma madrugada dessas encontrei com ele em um papo virtual, e como não imaginava onde essa conversa poderia me levar, contei para ele de um dos sonhos que tivera com ele. Fiquei surpresa em perceber que aquele rapaz bonito, de corpo bem estruturado, forte, de olhos provocativos e intensos e de uma simpatia contagiante estava gostando do que eu relatava, e o mais interessante, contribuía para o crescente do meu tesão. Nossa amizade crescia virtualmente e com ela crescia a nossa intimidade.

Notei que minha sexualidade ficava a flor da pele quando “estava” com ele, tinha um certo receio em expor pela cam toda aquela luxúria e decidimos marcar um encontro em uma tarde descompromissada em um motel barato para que tivéssemos pouco assunto e mais ação.

Discretamente vestida fui ao seu encontro, conversamos por menos de cinco minutos e deixei as minhas coxas levemente expostas para ele, situação esta que fez com que mais que desesperadamente ele parasse o carro, enfiasse a mão no meio das minhas pernas e me beijasse com fúria.

Eu tentava me conter, mas aquele lugar impróprio, aquela boca e aquela pele macia me deixavam atônita. Percebi que ele estava satisfazendo seu desejo, quis compartilhar, afinal, sempre gostei de deixar meus machos muito ligados e realizados. Quase gritei : me devora agora! Me fode com toda a sua força e delícia, explora todo o meu corpo...me masturba com todo o seu desejo, rasga todo meu sexo, me inunda de prazer...

Até que chegamos em um motel bem peculiar, próprio para aventuras vespertinas, nossos corpos tremiam, as bocas não cediam e não conseguíamos nos desgrudar. Seus olhos penetravam minha alma, o desejo nos consumia, tirei a calça dele e vi seu pau, tão desejado, tão idealizado, e era muito maior e mais grosso que imaginava, peguei como quem pega um troféu, acariciei enquanto ele me beijava, e enfiei direto na minha boca ao ponto de bater no fundo da minha garganta, ouvindo seus gemidos abafados, seu corpo exalava o tesão que ele estava sentindo, e quando a mão dele procurava minha buceta que estava extremamente úmida e quente. E aquele pau gostoso deslizava pela minha boca enquanto minha língua o massageava todo. Eu poderia chupá-lo o resto de minha vida, nunca antes desfrutei e pude sentir um pau tão gostoso em minha boca, mas precisava senti-lo dentro de mim. Era tudo o que eu queria, não havia vida lá fora, o mundo tinha parado.

Deitei-me e seu corpo cobriu o meu. Implorei por ele,ele sabia muito bem o que eu queria, queria ele todo dentro de mim. Deu em sorriso malicioso, me beijou e foi descendo sua língua por todo o meu corpo até encontrar meu clitóris totalmente encharcado. Ficou ali por muito tempo e eu não parava de gemer, era maravilhoso, ele adorava aquilo e eu mais ainda.Quando percebeu que eu tinha gozado, meteu e eu queria que o mundo acabasse naquele momento, um misto de dor e prazer, luxúria pura...intercalava beijos delicados com beijos violentos, beijava meus seios, lambia, chupava com ferocidade e me preenchia de forma perfeita, tocava meu útero me levando ao extremo do prazer e meu corpo arrepiava todo, a mão dele me queria toda e logo meu gozo veio: forte, intenso, que me fazia tremer o corpo por completo, eu já não era mais dona de mim nem das minhas ações, logo ele alcançava o êxtase, talvez por perceber a urgência do próximo orgasmo que me vinha.

O improvável havia acontecido. Éramos loucos por aquele tipo de prazer e a amizade “colorida” ainda nos levaria a uma série de encontros de intensa orgia.

Rainha Branca

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