NAQUELA MANHÃ, THAIS SENTIA-SE ALIVIADA, NÃO TERIA QUE TRABALHAR... E MELHOR SEUS FAMILIARES ESTAVAM PREPARANDO-SE PARA UMA VIAGEM ATÉ O LITORAL PAULISTA, PARA UM DESCANSO EM VIRTUDE DO FERIADO DE CARNAVAL. LEVANTOU-SE COMO DE COSTUME NO MESMO HORÁRIO, E SENTOU-SE A MESA DO CAFÉ, O BURBURINHO DE TODOS ATÉ PODERIA CONTAGIAR-LHE, SE NÃO ESTIVESSE ABORRECIDA... ENQUANTO SORVIA O CAFÉ FRESCO, PENSAVA EM FICAR EM CASA, ASSISTINDO ALGUM FILME, OU QUEM SABE COLOCARIA A LEITURA EM DIA, LENDO ALGUNS LIVROS, QUE VINHA ADIANDO. LEVANTOU-SE DA MESA, E POSTOU-SE DIANTE DA TELEVISÃO, ENQUANTO ESPERAVA POR DESPEDIR-SE DOS FAMILIARES...
UMA HORA E MEIA DEPOIS, DESPEDIU-SE DA FAMÍLIA, E CIRCULOU PELA CASA, AGORA EM SILÊNCIO, TUDO ESTAVA BEM CALMO, EM NADA LEMBRAVA A AGITAÇÃO DE MINUTOS ATRÁS. SENTIA-SE BEM, EMBORA ESTIVESSE SOZINHA... DEITOU-SE NO SOFÁ, TENTANDO ENCONTRAR ALGO NA TELEVISÃO QUE DESPERTASSE SUA ATENÇÃO, QUE PELO MENOS PUDESSE SER CAPAZ DE FAZER-LHE SENTIR-SE MELHOR. NÃO TERIA NENHUMA FESTA PARA ANIMAR, OS AMIGOS MAIS PRÓXIMOS, HAVIAM ORGANIZADO UMA VIAGEM DA QUAL ELA DESISTIU... PRETENDIA REALMENTE FICAR SOZINHA, ESTAVA EM UM MOMENTO DELICADO, QUERIA UM POUCO DE PAZ PARA SI, E ACREDITAVA QUE DESCANSANDO PODERIA REVITALIZAR AS FORÇAS...
DESLIGOU A TELEVISÃO, DEPOIS DE INSISTIR EM ENCONTRAR ALGO QUE DESPERTASSE SEU INTERESSE, RESOLVEU TOMAR BANHO, ASSIM ALIVIARIA UM POUCO DO CANSAÇO DO CORPO. ENQUANTO CAMINHAVA EM DIREÇÃO A BANHEIRO, FOI DESPINDO-SE... A CAMISETA BRANCA, FICOU JOGADA PELO CHÃO, A BERMUDA JUSTA DISPENSOU NO CORREDOR, E A CALCINHA FOI PENDURADA NA MAÇANETA DA PORTA DO BANHEIRO. ENFIOU-SE SOB A DUCHA MORNA, SENTINDO A ÁGUA ESCORRER PELOS CABELOS CASTANHOS... E PELA PELE MORENA CLARA. SENTIA UM CERTO ALÍVIO, E NÃO SENTIA-SE CULPADA POR TER ESCOLHIDO FICAR SOZINHA NAQUELE FIM DE SEMANA... ASSIM, DEPOIS DE UM LONGO BANHO, ENROLOU-SE NA TOALHA, E FOI PARA SEU QUARTO, ONDE IMAGINOU QUE PODERIA FICAR OUVINDO MÚSICA E CURTINDO UM POUCO AQUELE MOMENTO. FICOU POR LONGOS MINUTOS DEBRUÇADA NA JANELA DO APARTAMENTO, QUANDO ASSUSTOU-SE COM O SOM DO TELEFONE TOCANDO INSISTENTEMENTE...
AO ATENDÊ-LO, FOI SURPREENDIDA POR UMA VOZ ROUCA, QUE MURMURANDO DISSE:
- MENINA, VOCÊ NÃO PODE ANDAR ASSIM PELA CASA, VÁ SE VESTIR...
ASSUSTOU-SE, E VIROU-SE EM DIREÇÃO À JANELA, PROCURANDO NOS APARTAMENTOS VIZINHOS ALGUMA JANELA ABERTA, QUE PERMITISSE UMA VISÃO DO INTERIOR DO APARTAMENTO DA FAMÍLIA, QUANDO NOVAMENTE A VOZ MURMUROU:
- MENINA, O QUE ESTÁ PROCURANDO? POR MIM? EU POSSO TE VER... MAS VOCÊ NÃO SABE QUEM SOU, E ONDE ESTOU...
THAIS SENTIU UM CALAFRIO, AS PERNAS TRÊMULAS DENUNCIAVAM SEU MEDO, MAS QUERENDO APARENTAR NATURALIDADE, DISSE:
- SE NÃO QUER VER, POR QUE ESTÁ OLHANDO? E INVASÃO DE PRIVACIDADE É CRIME, SABIA?
- EU SEI... MAS TENHO CERTEZA, QUE VOCÊ NÃO PODE ACUSAR NINGUÉM, NÃO É MESMO?
- POIS, ESTÁ MUITO ENGANADO... POSSO ACUSAR SIM, E VOU DESCOBRIR QUEM É E DENUNCIAR...
- ESTÁ NERVOSINHA DEMAIS, PARA QUEM ESTÁ SOZINHA...
- COMO SABE SOBRE ISSO?
- AH, EU SEI...
THAIS DESLIGOU O TELEFONE, E SUA PRIMEIRA ATITUDE FOI, FECHAR AS JANELAS E CORTINAS... PERMANECENDO NA PENUMBRA DO QUARTO. LIVROU-SE DA TOALHA, COLOCOU UM VESTIDO LEVE E ABRIU NOVAMENTE AS CORTINAS E JANELA. FICOU PARADA POR ALGUNS MINUTOS OBSERVANDO A PAISAGEM DE CONCRETO DIANTE DE SI, HAVIA TANTOS APARTAMENTOS QUE NUNCA PODERIA IMAGINAR DE QUAL APARTAMENTO ESTAVA SENDO OBSERVADA, SUSPIROU PROFUNDAMENTE, E FOI PARA A SALA, IMAGINANDO QUE PUDESSE AMENIZAR AQUELE DESCONFORTO, PRINCIPALMENTE POR QUE O SUJEITO SABIA QUE ELA ESTAVA SOZINHA NAQUELE FIM DE SEMANA, E FICOU PENSANDO: "E SE ELE TENTAR ALGUMA COISA?". NÃO QUERIA PENSAR MAS PODERIA SER VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA, PRINCIPALMENTE POR QUE SUJEITOS ASSIM, POSSUEM UM TRAÇO DE PSICOPATIA, CRIAM UMA EMPATIA COM SUAS VÍTIMAS E APROVEITAM-SE DO MOMENTO MAIS OPORTUNO PARA ATACÁ-LAS... SENTOU-SE NO SOFÁ, DIANTE DA TELEVISÃO, E PERMANECEU TENTANDO ACALMAR-SE, MAS INFELIZMENTE, NÃO CONSEGUIA POIS INSISTIA EM FICAR PENSANDO NO OCORRIDO. FICOU IMAGINANDO QUE PODERIA SER ALGUÉM COM QUEM ELA FANTASIAVA HÁ MESES, AQUELE COM QUEM SEU RELACIONAMENTO NÃO HAVIA TRANSPOSTO DO VIRTUAL PARA O REAL, COMEÇOU A SE TOCAR AO IMAGINAR AS MÃOS MACIAS DAQUELE QUE TANTO DESPERTAVA SEU DESEJO...
PASSOU A MÃO PELOS SEIOS, POIS ELE DISSERA QUE ERAM BELÍSSIMOS E QUE SEU MAIOR DESEJO ERA ALIMENTAR-SE DELA...RIU MALICIOSAMENTE E ESCORREGOU A MÃO PELO MEIO DAS PERNAS E SEM QUE ESPERASSE O TELEFONE TOCOU DE NOVO, THAIS PULOU DO SOFÁ E ATENDEU ANTES DO SEGUNDO TOQUE.
- VOCÊ TÁ LINDA...O ESPETÁCULO ESTÁ MARAVILHOSO.
- PÁRA COM ISSO! QUEM É VOCÊ? EU TE CONHEÇO?
- NÃO PARO E NEM QUERO QUE VOCÊ PARE...TÁ GOSTOSO ASSIM OU QUER UMA COMPANHIA?
- EU ESTOU BEM AQUI...SÓ NÃO GOSTO DE SABER QUE ESTOU SENDO OBSERVADA..VOCÊ ESTÁ ME ASSUSTANDO, É ISSO QUE QUER?
- NÃO GOSTA DE SER OBSERVADA? NÃO ACREDITO...VOCÊ NASCEU PARA ISSO,MULHER...TODOS DEVEM TE OLHAR NA RUA...E EU TO ADORANDO TE OBSERVAR NA INTIMIDADE...VOCÊ É MESMO UMA DELÍCIA.
- O QUE TÁ FALANDO? ME RESPEITA,HEIN? NEM TE CONHEÇO.
E DESLIGOU COM IRA.
ESTRANHAMENTE AQUELA VOZ ROUCA A INTIMIDAVA, PORÉM, A EXCITAVA... ERA COMO SE SOUBESSE QUE AQUELE QUE ESTAVA DO OUTRO LADO DA LINHA ERA CAPAZ DE DOMINÁ-LA DE UMA MANEIRA MUITO PECULIAR.
(continua...)
Rainha Branca (tbm no Recanto das Letras)
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Fica a dica cinematográfica da semana...
Quase um estranho...
Tínhamos nos conhecido em um evento na faculdade, durante uma sessão de cinema seguida de bate-papo, observei mais atentamente aquele rapaz, certamente mais novo que eu (e talvez por isso me despertava tanta curiosidade) e que era alvo de comentários de uma colega e uma professora.
-É gay- dizia uma
-Será? Tão bonitinho...-dizia a outra
E eu que não sou atenta e deixo as coisas passarem, afirmei: não é! Seguramente que não.
Pára – disse Carla- você é muito lesada e otimista, e no seu histórico de paixões...já amou mais de um gay.
Tenho certeza- eu disse- Homem que não esconde sensibilidade e tem esse olhar de come- quieto..., esse aí é depravado, com essa carinha come as mais ousadas, as mais tímidas...dá pra perceber, olha bem.
É gay- repetia rindo a professora, no que eu encerrei a conversa e disse:
Tudo bem..é bom que pensem assim e ri maliciosamente.
Dias se passaram e aquele rapaz teimava em aparecer nos meus sonhos, começamos a trocar e-mails totalmente impessoais e minha criatividade para fantasiar com ele só aumentava.
Eu vivia um paradoxo, estava totalmente desanimada com o meu quase-relacionamento e não sentia vontade de me tocar e nem ser tocada, só que ao imaginar aquele rapaz que eu vira somente uma vez, reacendia toda aquela chama de quando era novinha e não deixava os namorados em paz, eu vivia num constante cio e adorava sentir isso novamente, mesmo que só em fantasias.
Até que em uma madrugada dessas encontrei com ele em um papo virtual, e como não imaginava onde essa conversa poderia me levar, contei para ele de um dos sonhos que tivera com ele. Fiquei surpresa em perceber que aquele rapaz bonito, de corpo bem estruturado, forte, de olhos provocativos e intensos e de uma simpatia contagiante estava gostando do que eu relatava, e o mais interessante, contribuía para o crescente do meu tesão. Nossa amizade crescia virtualmente e com ela crescia a nossa intimidade.
Notei que minha sexualidade ficava a flor da pele quando “estava” com ele, tinha um certo receio em expor pela cam toda aquela luxúria e decidimos marcar um encontro em uma tarde descompromissada em um motel barato para que tivéssemos pouco assunto e mais ação.
Discretamente vestida fui ao seu encontro, conversamos por menos de cinco minutos e deixei as minhas coxas levemente expostas para ele, situação esta que fez com que mais que desesperadamente ele parasse o carro, enfiasse a mão no meio das minhas pernas e me beijasse com fúria.
Eu tentava me conter, mas aquele lugar impróprio, aquela boca e aquela pele macia me deixavam atônita. Percebi que ele estava satisfazendo seu desejo, quis compartilhar, afinal, sempre gostei de deixar meus machos muito ligados e realizados. Quase gritei : me devora agora! Me fode com toda a sua força e delícia, explora todo o meu corpo...me masturba com todo o seu desejo, rasga todo meu sexo, me inunda de prazer...
Até que chegamos em um motel bem peculiar, próprio para aventuras vespertinas, nossos corpos tremiam, as bocas não cediam e não conseguíamos nos desgrudar. Seus olhos penetravam minha alma, o desejo nos consumia, tirei a calça dele e vi seu pau, tão desejado, tão idealizado, e era muito maior e mais grosso que imaginava, peguei como quem pega um troféu, acariciei enquanto ele me beijava, e enfiei direto na minha boca ao ponto de bater no fundo da minha garganta, ouvindo seus gemidos abafados, seu corpo exalava o tesão que ele estava sentindo, e quando a mão dele procurava minha buceta que estava extremamente úmida e quente. E aquele pau gostoso deslizava pela minha boca enquanto minha língua o massageava todo. Eu poderia chupá-lo o resto de minha vida, nunca antes desfrutei e pude sentir um pau tão gostoso em minha boca, mas precisava senti-lo dentro de mim. Era tudo o que eu queria, não havia vida lá fora, o mundo tinha parado.
Deitei-me e seu corpo cobriu o meu. Implorei por ele,ele sabia muito bem o que eu queria, queria ele todo dentro de mim. Deu em sorriso malicioso, me beijou e foi descendo sua língua por todo o meu corpo até encontrar meu clitóris totalmente encharcado. Ficou ali por muito tempo e eu não parava de gemer, era maravilhoso, ele adorava aquilo e eu mais ainda.Quando percebeu que eu tinha gozado, meteu e eu queria que o mundo acabasse naquele momento, um misto de dor e prazer, luxúria pura...intercalava beijos delicados com beijos violentos, beijava meus seios, lambia, chupava com ferocidade e me preenchia de forma perfeita, tocava meu útero me levando ao extremo do prazer e meu corpo arrepiava todo, a mão dele me queria toda e logo meu gozo veio: forte, intenso, que me fazia tremer o corpo por completo, eu já não era mais dona de mim nem das minhas ações, logo ele alcançava o êxtase, talvez por perceber a urgência do próximo orgasmo que me vinha.
O improvável havia acontecido. Éramos loucos por aquele tipo de prazer e a amizade “colorida” ainda nos levaria a uma série de encontros de intensa orgia.
Rainha Branca
-É gay- dizia uma
-Será? Tão bonitinho...-dizia a outra
E eu que não sou atenta e deixo as coisas passarem, afirmei: não é! Seguramente que não.
Pára – disse Carla- você é muito lesada e otimista, e no seu histórico de paixões...já amou mais de um gay.
Tenho certeza- eu disse- Homem que não esconde sensibilidade e tem esse olhar de come- quieto..., esse aí é depravado, com essa carinha come as mais ousadas, as mais tímidas...dá pra perceber, olha bem.
É gay- repetia rindo a professora, no que eu encerrei a conversa e disse:
Tudo bem..é bom que pensem assim e ri maliciosamente.
Dias se passaram e aquele rapaz teimava em aparecer nos meus sonhos, começamos a trocar e-mails totalmente impessoais e minha criatividade para fantasiar com ele só aumentava.
Eu vivia um paradoxo, estava totalmente desanimada com o meu quase-relacionamento e não sentia vontade de me tocar e nem ser tocada, só que ao imaginar aquele rapaz que eu vira somente uma vez, reacendia toda aquela chama de quando era novinha e não deixava os namorados em paz, eu vivia num constante cio e adorava sentir isso novamente, mesmo que só em fantasias.
Até que em uma madrugada dessas encontrei com ele em um papo virtual, e como não imaginava onde essa conversa poderia me levar, contei para ele de um dos sonhos que tivera com ele. Fiquei surpresa em perceber que aquele rapaz bonito, de corpo bem estruturado, forte, de olhos provocativos e intensos e de uma simpatia contagiante estava gostando do que eu relatava, e o mais interessante, contribuía para o crescente do meu tesão. Nossa amizade crescia virtualmente e com ela crescia a nossa intimidade.
Notei que minha sexualidade ficava a flor da pele quando “estava” com ele, tinha um certo receio em expor pela cam toda aquela luxúria e decidimos marcar um encontro em uma tarde descompromissada em um motel barato para que tivéssemos pouco assunto e mais ação.
Discretamente vestida fui ao seu encontro, conversamos por menos de cinco minutos e deixei as minhas coxas levemente expostas para ele, situação esta que fez com que mais que desesperadamente ele parasse o carro, enfiasse a mão no meio das minhas pernas e me beijasse com fúria.
Eu tentava me conter, mas aquele lugar impróprio, aquela boca e aquela pele macia me deixavam atônita. Percebi que ele estava satisfazendo seu desejo, quis compartilhar, afinal, sempre gostei de deixar meus machos muito ligados e realizados. Quase gritei : me devora agora! Me fode com toda a sua força e delícia, explora todo o meu corpo...me masturba com todo o seu desejo, rasga todo meu sexo, me inunda de prazer...
Até que chegamos em um motel bem peculiar, próprio para aventuras vespertinas, nossos corpos tremiam, as bocas não cediam e não conseguíamos nos desgrudar. Seus olhos penetravam minha alma, o desejo nos consumia, tirei a calça dele e vi seu pau, tão desejado, tão idealizado, e era muito maior e mais grosso que imaginava, peguei como quem pega um troféu, acariciei enquanto ele me beijava, e enfiei direto na minha boca ao ponto de bater no fundo da minha garganta, ouvindo seus gemidos abafados, seu corpo exalava o tesão que ele estava sentindo, e quando a mão dele procurava minha buceta que estava extremamente úmida e quente. E aquele pau gostoso deslizava pela minha boca enquanto minha língua o massageava todo. Eu poderia chupá-lo o resto de minha vida, nunca antes desfrutei e pude sentir um pau tão gostoso em minha boca, mas precisava senti-lo dentro de mim. Era tudo o que eu queria, não havia vida lá fora, o mundo tinha parado.
Deitei-me e seu corpo cobriu o meu. Implorei por ele,ele sabia muito bem o que eu queria, queria ele todo dentro de mim. Deu em sorriso malicioso, me beijou e foi descendo sua língua por todo o meu corpo até encontrar meu clitóris totalmente encharcado. Ficou ali por muito tempo e eu não parava de gemer, era maravilhoso, ele adorava aquilo e eu mais ainda.Quando percebeu que eu tinha gozado, meteu e eu queria que o mundo acabasse naquele momento, um misto de dor e prazer, luxúria pura...intercalava beijos delicados com beijos violentos, beijava meus seios, lambia, chupava com ferocidade e me preenchia de forma perfeita, tocava meu útero me levando ao extremo do prazer e meu corpo arrepiava todo, a mão dele me queria toda e logo meu gozo veio: forte, intenso, que me fazia tremer o corpo por completo, eu já não era mais dona de mim nem das minhas ações, logo ele alcançava o êxtase, talvez por perceber a urgência do próximo orgasmo que me vinha.
O improvável havia acontecido. Éramos loucos por aquele tipo de prazer e a amizade “colorida” ainda nos levaria a uma série de encontros de intensa orgia.
Rainha Branca
terça-feira, 16 de março de 2010
Variações de um mesmo tema...
E para não dizerem que sou parcial...(claro que sou!rs), lá vai uma visão masculina acerca do assunto...
Chamada a cobrar
Claro que eu percebi que é você, como poderia ser diferente, é, eu sei que já faz um tempo, mas de certas coisas a gente não esquece. Assim como não me esqueci das sobrancelhas peludas do padre para quem me confessei antes da primeira comunhão, eu com medo me esforçando para lembrar de algum pecado que eu deveria ter cometido, afinal todo mundo peca, e ele com bolsas sob os olhos pensando só na festa que haveria depois, e me liberou sem que eu dissesse nada, nosso segredo em nome de Deus, e foi aí que eu deixei de acreditar. Não me lembro como foi a tal festa, deve ter sido uma quermesse de paróquia, aquela coisa pegajosa de tão provinciana, mas isso não tem a menor importância, o que eu quero te dizer é que eu nunca esqueceria da sua voz, seria ridículo. Claro, você está certa, eu sou ridículo, mas todo mundo é, a vida é ridícula, não, ninguém aqui está fazendo drama. Drama foi aquilo que você fez quando descobriu minha história com a, espera um pouco, não precisa gritar, não foi você quem me falou mil vezes que quem tem que ser fiel é cachorro? Pelo menos eu sou realista, e você que depois disso entrou em um delírio anos sessenta totalmente ultrapassado, isso sim é ser ridículo, chega até a ser piegas, viajar de carona e dormir em praias minúsculas pretensamente selvagens, porque na verdade todo mundo sabe que todas elas já estão loteadas, nem que seja por um bando de vendedores de artesanato, aquelas pulseirinhas bregas e cachimbos de durepóxi que usam pra fumar maconha, que você também deve estar fumando, e dormindo em cabanas de pescador e trepando com todo mundo sem medo de aids como se fossem santos imaculados, vivem como se estivessem em pleno apogeu hippie, when the moon is in the seventh house, todo mundo pelado, marginais. Não, desculpa, eu não queria ofender, mas é que. Acho que isso tudo é uma bobagem, acho que poderíamos passar por cima dessas coisas, afinal não é nada se a gente lembrar de todo o resto, tanta coisa que a gente fez juntos, e os planos, eu quero saber, e os planos? Que absurdo, eu não penso só em mim, tudo o que eu fiz foi para a gente, não sei se você sabe que não se vive só de amor, paz e amor, não é assim? Existe um mundo de verdade e um trabalho, uma carreira, sem isso não se vive, cala um pouco essa boca, me deixa terminar, eu acho tudo isso muito bonito, esses sonhos todos e esperanças e apegos a coisas impossíveis, mas não é mais o tempo, já passou, não deu e nunca vai dar certo, se precisa de dinheiro e para isso alguém tem que trabalhar para que você compre os livros sobre mitologia indiana e os discos do madredeus e até os incensos com cheiro de detergente, é tudo igual, sem que se leve a sério a vida nada disso existe. Ah, é? Se o que eu digo é papo de burguês, todo esse besteirol no qual você se agarrou depois que abandonou nossa casa é delírio de perdedor, gentinha que não deu certo e quer arranjar desculpa pros seus fracassos, claro, é culpa do mundo, do sistema, da sociedade, do universo que conspira contra eles, mas nunca assumem nada, loucos, isso é que são, malucos. Ah, eu é que sou o louco agora? Só porque eu tenho dois tios esquizofrênicos, isso não quer dizer que eu seja doente mental, e além do mais eu me trato, coisa que você sempre se recusou a fazer, é medo, isso, medo, você nunca quis se enfrentar e ver as coisas como realmente são, a vida real. É, tão libertária que você é, tão idealista, e não pôde nem suportar a idéia de que eu tenha trepado uma vez só com outra mulher, que liberdade é essa que termina no meu próprio pau? Tantas noites e tantos cigarros e garrafas de vinho gastas falando que a monogamia é artificial e que não se deixa de amar alguém indo pra cama com outro, e no que tudo isso acabou? Um escândalo e você desaparece e depois me manda uns postais, todos com fotos de praia, porque não colocou logo um cacete, porque foi isso que você foi buscar, confessa agora, como assim se você fez isso é porque não tinha em casa, deixa de ser hipócrita, você é só discurso e nunca vai assumir porra nenhuma, não quis nem me dar a bunda e agora fica aí posando de musa de um bando de desdentados com a pele descascada e cérebro derretido de tanto chá de cogumelo, aposto que até com mulher já andou fodendo. Ciúme, essa é boa, eu tenho é pena e uma certa autopiedade por um dia ter amado você, nem sei como fui tão burro, como assim você quer saber se agora eu sou feliz? Que tal perguntar se algum dia eu fui feliz contigo, não eu não sou hipócrita, não estou dizendo que não te amei porque seria mentira, seja lá o que amar alguém signifique, porque depois do que você fez eu nem sei mais, juro. Quer saber do que mais, esse telefonema já está me saindo caro, nem sei de que raio de lugarejo você está me ligando a cobrar, bem, pelo menos tem telefone, isso se não for o celular que eu te comprei com o dinheiro do meu trabalho, mas aí nem precisaria ser a cobrar porque afinal sou eu mesmo que pago a conta dessa merda até hoje, porque nem pra se prostituir você tem talento, isso, uma puta, é isso que você é, o quê? fala de novo, repete, você não tem coragem, isso, desliga, desliga que assim você não me ouve dizer que estou morrendo de saudade, vagabunda.
(parte integrante do livro Ovelhas que voam se perdem no céu.)
Daniel Pellizzari
Chamada a cobrar
Claro que eu percebi que é você, como poderia ser diferente, é, eu sei que já faz um tempo, mas de certas coisas a gente não esquece. Assim como não me esqueci das sobrancelhas peludas do padre para quem me confessei antes da primeira comunhão, eu com medo me esforçando para lembrar de algum pecado que eu deveria ter cometido, afinal todo mundo peca, e ele com bolsas sob os olhos pensando só na festa que haveria depois, e me liberou sem que eu dissesse nada, nosso segredo em nome de Deus, e foi aí que eu deixei de acreditar. Não me lembro como foi a tal festa, deve ter sido uma quermesse de paróquia, aquela coisa pegajosa de tão provinciana, mas isso não tem a menor importância, o que eu quero te dizer é que eu nunca esqueceria da sua voz, seria ridículo. Claro, você está certa, eu sou ridículo, mas todo mundo é, a vida é ridícula, não, ninguém aqui está fazendo drama. Drama foi aquilo que você fez quando descobriu minha história com a, espera um pouco, não precisa gritar, não foi você quem me falou mil vezes que quem tem que ser fiel é cachorro? Pelo menos eu sou realista, e você que depois disso entrou em um delírio anos sessenta totalmente ultrapassado, isso sim é ser ridículo, chega até a ser piegas, viajar de carona e dormir em praias minúsculas pretensamente selvagens, porque na verdade todo mundo sabe que todas elas já estão loteadas, nem que seja por um bando de vendedores de artesanato, aquelas pulseirinhas bregas e cachimbos de durepóxi que usam pra fumar maconha, que você também deve estar fumando, e dormindo em cabanas de pescador e trepando com todo mundo sem medo de aids como se fossem santos imaculados, vivem como se estivessem em pleno apogeu hippie, when the moon is in the seventh house, todo mundo pelado, marginais. Não, desculpa, eu não queria ofender, mas é que. Acho que isso tudo é uma bobagem, acho que poderíamos passar por cima dessas coisas, afinal não é nada se a gente lembrar de todo o resto, tanta coisa que a gente fez juntos, e os planos, eu quero saber, e os planos? Que absurdo, eu não penso só em mim, tudo o que eu fiz foi para a gente, não sei se você sabe que não se vive só de amor, paz e amor, não é assim? Existe um mundo de verdade e um trabalho, uma carreira, sem isso não se vive, cala um pouco essa boca, me deixa terminar, eu acho tudo isso muito bonito, esses sonhos todos e esperanças e apegos a coisas impossíveis, mas não é mais o tempo, já passou, não deu e nunca vai dar certo, se precisa de dinheiro e para isso alguém tem que trabalhar para que você compre os livros sobre mitologia indiana e os discos do madredeus e até os incensos com cheiro de detergente, é tudo igual, sem que se leve a sério a vida nada disso existe. Ah, é? Se o que eu digo é papo de burguês, todo esse besteirol no qual você se agarrou depois que abandonou nossa casa é delírio de perdedor, gentinha que não deu certo e quer arranjar desculpa pros seus fracassos, claro, é culpa do mundo, do sistema, da sociedade, do universo que conspira contra eles, mas nunca assumem nada, loucos, isso é que são, malucos. Ah, eu é que sou o louco agora? Só porque eu tenho dois tios esquizofrênicos, isso não quer dizer que eu seja doente mental, e além do mais eu me trato, coisa que você sempre se recusou a fazer, é medo, isso, medo, você nunca quis se enfrentar e ver as coisas como realmente são, a vida real. É, tão libertária que você é, tão idealista, e não pôde nem suportar a idéia de que eu tenha trepado uma vez só com outra mulher, que liberdade é essa que termina no meu próprio pau? Tantas noites e tantos cigarros e garrafas de vinho gastas falando que a monogamia é artificial e que não se deixa de amar alguém indo pra cama com outro, e no que tudo isso acabou? Um escândalo e você desaparece e depois me manda uns postais, todos com fotos de praia, porque não colocou logo um cacete, porque foi isso que você foi buscar, confessa agora, como assim se você fez isso é porque não tinha em casa, deixa de ser hipócrita, você é só discurso e nunca vai assumir porra nenhuma, não quis nem me dar a bunda e agora fica aí posando de musa de um bando de desdentados com a pele descascada e cérebro derretido de tanto chá de cogumelo, aposto que até com mulher já andou fodendo. Ciúme, essa é boa, eu tenho é pena e uma certa autopiedade por um dia ter amado você, nem sei como fui tão burro, como assim você quer saber se agora eu sou feliz? Que tal perguntar se algum dia eu fui feliz contigo, não eu não sou hipócrita, não estou dizendo que não te amei porque seria mentira, seja lá o que amar alguém signifique, porque depois do que você fez eu nem sei mais, juro. Quer saber do que mais, esse telefonema já está me saindo caro, nem sei de que raio de lugarejo você está me ligando a cobrar, bem, pelo menos tem telefone, isso se não for o celular que eu te comprei com o dinheiro do meu trabalho, mas aí nem precisaria ser a cobrar porque afinal sou eu mesmo que pago a conta dessa merda até hoje, porque nem pra se prostituir você tem talento, isso, uma puta, é isso que você é, o quê? fala de novo, repete, você não tem coragem, isso, desliga, desliga que assim você não me ouve dizer que estou morrendo de saudade, vagabunda.
(parte integrante do livro Ovelhas que voam se perdem no céu.)
Daniel Pellizzari
Prazer...sim, sempre!!! Mas, no final das contas o que buscamos? Acredito que seja AMOR
Não adianta achar que é coisa de mulher, de plebe ou realeza...todos gostamos dos prazeres que a vida oferece..um bom vinho, música, livros, sexo...mas, ninguém, digo, NINGUÉM, está livre da busca incessante por amor. Ao refletir sobre isso, encontrei um texto bem bacana para mulheres (e para aqueles ou aquelas que gostam de mulheres).
Como se diz... Boa leitura!
Sentir-se amado
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Martha Medeiros
Como se diz... Boa leitura!
Sentir-se amado
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Martha Medeiros
segunda-feira, 15 de março de 2010
O Pediatra
Saiu do telefone e anunciou para todo o escritório:
— Topou! Topou!
Foi envolvido, cercado por três ou quatro companheiros. O Meireles cutuca:
— Batata?
Menezes abre o colarinho: — "Batatíssima!". Outro insiste:
— Vale? Justifica?
Fez um escândalo:
— Se vale? Se justifica? Ó rapaz! É a melhor mulher do Rio de Janeiro! Casada e te digo mais: séria pra chuchu!
Alguém insinuou: — "Séria e trai o marido?". Então, o Menezes improvisou um comício em defesa da bem-amada:
— Rapaz! Gosta de mim, entende? De mais a mais, escuta: o marido é uma fera! O marido é uma besta!
Ao lado, o Meireles, impressionado, rosna:
— Você dá sorte com mulher! Como você nunca vi! — E repetia, ralado de inveja: — Você tem uma estrela miserável!
O AMOR IMORTAL
Há três ou quatro semanas que o Menezes falava num novo amor imortal. Contava, para os companheiros embasbacados: — "Mulher de um pediatra, mas olha: — um colosso! ". Queriam saber: — "Topa ou não topa?". Esfregava as mãos, radiante:
— Estou dando em cima, salivando. Está indo.
Todas as manhãs, quando o Menezes pisava no escritório, os companheiros o recebiam com a pergunta: — "E a cara?". Tirando o paletó, feliz da vida, respondia:
— Está quase. Ontem, falamos no telefone quatro horas! Os colegas pasmavam para esse desperdício: - "Isso não é mais cantada, é ...E o vento levou". Meireles sustentava o princípio que nem a Ava Gardner, nem a Cleópatra justificam quatro horas de telefone. Menezes protestava:
— Essa vale! Vale, sim senhor! Perfeitamente, vale! E, além disso, nunca fez isso! É de uma fidelidade mórbida! Compreendeu? Doentia!
E ele, que tinha filhos naturais em vários bairros do Rio de Janeiro, abandonara todos os outros casos e dava plena e total exclusividade à esposa do pediatra. Abria o coração no escritório:
— Sempre tive a tara da mulher séria! Só acho graça em mulher séria!
Finalmente, após quarenta e cinco dias de telefonemas desvairados, eis que a moça capitula. Toda a firma exulta. E o Menezes, passando o lenço no suor da testa, admitia: — "Custou, puxa vida! Nunca uma mulher me resistiu tanto!". E, súbito, o Menezes bate na testa:
— É mesmo! Está faltando um detalhe! O apartamento! Agarra o Meireles pelo braço: — "Tu emprestas o teu?". O outro tem um repelão pânico:
— Você é besta, rapaz! Minha mãe mora lá! Sossega o periquito!
Mas o Menezes era teimoso. Argumenta:
— Escuta, escuta! Deixa eu falar. A moça é séria. Séria pra burro. Nunca vi tanta virtude na minha vida. E eu não posso levar para uma baiúca. Tem que ser,olha: — apartamento residencial e familiar. É um favor de mãe pra filho caçula.
O outro reagia: — "E minha mãe? Mora lá, rapaz!". Durante umas duas horas, pediu por tudo:
— Só essa vez. Faz o seguinte: — manda a tua mãe dar uma volta. Eu passo lá duas horas no máximo!
Tanto insistiu que, finalmente, o amigo bufa:
— Vá lá! Mas escuta: — pela primeira e última vez! Aperta a mão do companheiro:
— És uma mãe!
DECISÃO
Pouco depois, Menezes ligava para o ser amado: — Arranjei um apartamento genial.
Do outro lado, aflita, ela queria saber tudinho: "Mas é como, hein?". Febril de desejo, deu todas as explicações: — "Um edifício residencial, na rua Voluntários. Inclusive, mora lá a mãe de um amigo. Do apartamento, ouve-se a algazarra das crianças". Ela, que se chamava Ieda, suspira:
— Tenho medo! Tenho medo!
Ficou tudo combinado para o dia seguinte, às quatro da tarde. No escritório, perguntaram:
— E o pediatra?
Menezes chegou a tomar um susto. De tanto desejar a mulher, esquecera completamente o marido. E havia qualquer coisa de pungente, de tocante, na especialidade do traído, do enganado. Fosse médico de nariz e garganta, ou simplesmente de clínica geral, ou tisiólogo, vá lá. Mas pediatra! O próprio Menezes pensava: — "Enquanto o desgraçado trata de criancinhas, é passado pra trás!". E, por um momento, ele teve remorso de fazer aquele papel com um pediatra. Na manhã seguinte, com a conivência de todo o escritório, não foi ao trabalho. Os colegas fizeram apenas uma exigência: — que ele contasse tudo, todas as reações da moça. Ele queria se concentrar para a tarde de amor. Tomou, como diria mais tarde, textualmente, "um banho de Cleópatra". A mãe, que era uma santa, emprestou-lhe o perfume. Cerca do meio-dia, já pronto e de branco, cheiroso como um bebê, liga para o Meireles:
— Como é? Combinaste tudo com a velha?
— Combinei. Mamãe vai passar a tarde em Realengo. Menezes trata de almoçar. "Preciso me alimentar bem", era o que pensava. Comeu e reforçou o almoço com uma gemada. Antes de sair de casa, ligou para Ieda:
— Meu amor, escuta. Vou pra lá. E ela:
— Já?
Explica:
— Tenho que chegar primeiro. E olha: vou deixar a porta apenas encostada. Você chega e empurra. Não precisa bater. Basta empurrar.
Geme: — "Estou nervosíssima!".
E ele, com o coração aos pinotes:
— Um beijo bem molhado nesta boquinha.
— Pra ti também.
ESPANTO
Às três e meia, ele estava no apartamento, fumando um cigarro atrás do outro. Às quatro, estava junto à porta, esperando. Ieda só apareceu às quatro e meia. Ela põe a bolsa em cima da mesa e vai explicando:
— Demorei porque meu marido se atrasou.
Menezes não entende: — "Teu marido?", e ela:
— Ele veio me trazer e se atrasou. Meu filho, vamos que eu não posso ficar mais de meia hora. Meu marido está lá embaixo, esperando.
Assombrado, puxa a pequena: — "Escuta aqui. Teu marido? Que negócio é esse? Está lá embaixo! Diz pra mim: — teu marido sabe?". Ela começou:
— Desabotoa aqui nas costas. Meu marido sabe, sim. Desabotoa. Sabe, claro.
Desatinado, apertava a cabeça entre as mãos: — "Não é possível! Não pode ser! Ou é piada tua?". Já impaciente, Ieda teve de levá-lo até a janela. Ele olha e vê, embaixo, obeso e careca, o pediatra. Desesperado, Menezes gagueja: — "Quer dizer que...". E, continua: "Olha aqui. Acho melhor a gente desistir. Melhor, entende? Não convém. Assim não quero".
Então, aquela moça bonita, de seio farto, estende a mão:
— Dois mil cruzeiros. É quanto cobra o meu marido. Meu marido é quem trata dos preços. Dois mil cruzeiros.
Menezes desatou a chorar.
O texto acima foi extraído do livro "A vida como ela é...", Companhia das Letras- São Paulo, 1992, pág. 12.
Nelson Rodrigues - tudo sobre o autor e sua obra em "Biografias".
— Topou! Topou!
Foi envolvido, cercado por três ou quatro companheiros. O Meireles cutuca:
— Batata?
Menezes abre o colarinho: — "Batatíssima!". Outro insiste:
— Vale? Justifica?
Fez um escândalo:
— Se vale? Se justifica? Ó rapaz! É a melhor mulher do Rio de Janeiro! Casada e te digo mais: séria pra chuchu!
Alguém insinuou: — "Séria e trai o marido?". Então, o Menezes improvisou um comício em defesa da bem-amada:
— Rapaz! Gosta de mim, entende? De mais a mais, escuta: o marido é uma fera! O marido é uma besta!
Ao lado, o Meireles, impressionado, rosna:
— Você dá sorte com mulher! Como você nunca vi! — E repetia, ralado de inveja: — Você tem uma estrela miserável!
O AMOR IMORTAL
Há três ou quatro semanas que o Menezes falava num novo amor imortal. Contava, para os companheiros embasbacados: — "Mulher de um pediatra, mas olha: — um colosso! ". Queriam saber: — "Topa ou não topa?". Esfregava as mãos, radiante:
— Estou dando em cima, salivando. Está indo.
Todas as manhãs, quando o Menezes pisava no escritório, os companheiros o recebiam com a pergunta: — "E a cara?". Tirando o paletó, feliz da vida, respondia:
— Está quase. Ontem, falamos no telefone quatro horas! Os colegas pasmavam para esse desperdício: - "Isso não é mais cantada, é ...E o vento levou". Meireles sustentava o princípio que nem a Ava Gardner, nem a Cleópatra justificam quatro horas de telefone. Menezes protestava:
— Essa vale! Vale, sim senhor! Perfeitamente, vale! E, além disso, nunca fez isso! É de uma fidelidade mórbida! Compreendeu? Doentia!
E ele, que tinha filhos naturais em vários bairros do Rio de Janeiro, abandonara todos os outros casos e dava plena e total exclusividade à esposa do pediatra. Abria o coração no escritório:
— Sempre tive a tara da mulher séria! Só acho graça em mulher séria!
Finalmente, após quarenta e cinco dias de telefonemas desvairados, eis que a moça capitula. Toda a firma exulta. E o Menezes, passando o lenço no suor da testa, admitia: — "Custou, puxa vida! Nunca uma mulher me resistiu tanto!". E, súbito, o Menezes bate na testa:
— É mesmo! Está faltando um detalhe! O apartamento! Agarra o Meireles pelo braço: — "Tu emprestas o teu?". O outro tem um repelão pânico:
— Você é besta, rapaz! Minha mãe mora lá! Sossega o periquito!
Mas o Menezes era teimoso. Argumenta:
— Escuta, escuta! Deixa eu falar. A moça é séria. Séria pra burro. Nunca vi tanta virtude na minha vida. E eu não posso levar para uma baiúca. Tem que ser,olha: — apartamento residencial e familiar. É um favor de mãe pra filho caçula.
O outro reagia: — "E minha mãe? Mora lá, rapaz!". Durante umas duas horas, pediu por tudo:
— Só essa vez. Faz o seguinte: — manda a tua mãe dar uma volta. Eu passo lá duas horas no máximo!
Tanto insistiu que, finalmente, o amigo bufa:
— Vá lá! Mas escuta: — pela primeira e última vez! Aperta a mão do companheiro:
— És uma mãe!
DECISÃO
Pouco depois, Menezes ligava para o ser amado: — Arranjei um apartamento genial.
Do outro lado, aflita, ela queria saber tudinho: "Mas é como, hein?". Febril de desejo, deu todas as explicações: — "Um edifício residencial, na rua Voluntários. Inclusive, mora lá a mãe de um amigo. Do apartamento, ouve-se a algazarra das crianças". Ela, que se chamava Ieda, suspira:
— Tenho medo! Tenho medo!
Ficou tudo combinado para o dia seguinte, às quatro da tarde. No escritório, perguntaram:
— E o pediatra?
Menezes chegou a tomar um susto. De tanto desejar a mulher, esquecera completamente o marido. E havia qualquer coisa de pungente, de tocante, na especialidade do traído, do enganado. Fosse médico de nariz e garganta, ou simplesmente de clínica geral, ou tisiólogo, vá lá. Mas pediatra! O próprio Menezes pensava: — "Enquanto o desgraçado trata de criancinhas, é passado pra trás!". E, por um momento, ele teve remorso de fazer aquele papel com um pediatra. Na manhã seguinte, com a conivência de todo o escritório, não foi ao trabalho. Os colegas fizeram apenas uma exigência: — que ele contasse tudo, todas as reações da moça. Ele queria se concentrar para a tarde de amor. Tomou, como diria mais tarde, textualmente, "um banho de Cleópatra". A mãe, que era uma santa, emprestou-lhe o perfume. Cerca do meio-dia, já pronto e de branco, cheiroso como um bebê, liga para o Meireles:
— Como é? Combinaste tudo com a velha?
— Combinei. Mamãe vai passar a tarde em Realengo. Menezes trata de almoçar. "Preciso me alimentar bem", era o que pensava. Comeu e reforçou o almoço com uma gemada. Antes de sair de casa, ligou para Ieda:
— Meu amor, escuta. Vou pra lá. E ela:
— Já?
Explica:
— Tenho que chegar primeiro. E olha: vou deixar a porta apenas encostada. Você chega e empurra. Não precisa bater. Basta empurrar.
Geme: — "Estou nervosíssima!".
E ele, com o coração aos pinotes:
— Um beijo bem molhado nesta boquinha.
— Pra ti também.
ESPANTO
Às três e meia, ele estava no apartamento, fumando um cigarro atrás do outro. Às quatro, estava junto à porta, esperando. Ieda só apareceu às quatro e meia. Ela põe a bolsa em cima da mesa e vai explicando:
— Demorei porque meu marido se atrasou.
Menezes não entende: — "Teu marido?", e ela:
— Ele veio me trazer e se atrasou. Meu filho, vamos que eu não posso ficar mais de meia hora. Meu marido está lá embaixo, esperando.
Assombrado, puxa a pequena: — "Escuta aqui. Teu marido? Que negócio é esse? Está lá embaixo! Diz pra mim: — teu marido sabe?". Ela começou:
— Desabotoa aqui nas costas. Meu marido sabe, sim. Desabotoa. Sabe, claro.
Desatinado, apertava a cabeça entre as mãos: — "Não é possível! Não pode ser! Ou é piada tua?". Já impaciente, Ieda teve de levá-lo até a janela. Ele olha e vê, embaixo, obeso e careca, o pediatra. Desesperado, Menezes gagueja: — "Quer dizer que...". E, continua: "Olha aqui. Acho melhor a gente desistir. Melhor, entende? Não convém. Assim não quero".
Então, aquela moça bonita, de seio farto, estende a mão:
— Dois mil cruzeiros. É quanto cobra o meu marido. Meu marido é quem trata dos preços. Dois mil cruzeiros.
Menezes desatou a chorar.
O texto acima foi extraído do livro "A vida como ela é...", Companhia das Letras- São Paulo, 1992, pág. 12.
Nelson Rodrigues - tudo sobre o autor e sua obra em "Biografias".
O sonho transcrito...(ele me vê assim...)
Eles trocaram alguns olhares no bar e logo ficou claro que se desejavam. Faltava descobrir como seria possível consumar o fato o mais rápido o possível. Ela olhou pra ele enquanto lambia os dedos pra limpar o sal que havia sobrado da batata frita e ao perceber que ele olhava, o encarou e enfiou o indicador um pouco mais profundo entre os lábios. Na outra mesa, ele sentia seu pau ficar mais duro e imaginava como sinalizaria que queria transar com ela no banheiro. Os amigos comentavam algo sobre futebol ou bebidas e festas e ele sentia um comichão pela barriga enquanto olhava as pernas dela, descobertas pela saia curta. Ele jah imaginava como seria sentir o cheiro daquelas pernas quando de repente ela, distraidamente, abriu as pernas e deixou que ele visse a calcinha branca que ela usava. Não havia sido de propósito, mas simplesmente para pegar um guardanapo que tinha caído no chão, mas mesmo assim ele tinha vista a calcinha branca.
Ele resolveu dar o primeiro passo e passou por trás da cadeira dela e de propósito, esfregou o pau nas costas dela. Ela sentiu e imediatamente ficou toda molhada. Olhou pra ele enquanto ele entrava no banheiro masculino e ele sussurrou "VEm!" Ela sentiu o estomago gelar e resolveu levantar da sua cadeira no mínimo para lavar as mãos e torcer pra que ele a encoxasse na pia pra sentir aquele pau encostar na bunda dela, nem que por um minutinho. ou talvez, pra roçar a mão sem querer na calça dele.
Ao se aproximar, ele abriu a porta e sem que ninguém visse, deixou ela entrar na frente e entrou atrás. Estavam os dois, apertados dentro de um banheiro de bar, onde os garçons poderiam ouvir e mais gente poderia tentar entrar. Ela tentou balbuciar "você eh louco" mas ele jah a beijava e enfiava a língua na boca dela, lambendo os lábios e colocando a mão por baixo da saia para sentir a calcinha molhada. ela não conseguia resistir enquanto ele afastava a calcinha para o lado e colocava os dedos no grelinho molhado e dedilhava a bucetinha experimentando como seus dedos deslizavam entre a bucetinha e o cuzinho dela.
ele começou a chupar o pescoço dela e depois abaixou a blusa e o sutiã e chupou também os peitos, até o ponto em que quase doía pra ela e ela jah abria a calça dele, procurando o pau que ela queria chupar faziam horas...
Ela pegou o pau dele e pos na boca pra sentir cada pulsação que deixava o pau mais duro e com a cabecinha mais entumescida e engoliu o pau várias vezes até o ponto dele não caber na boca e ela ter que recuar. enquanto ela chupava, ela acariciava o saco dele e sentia ele se relaxar inteiro, e sentia ele puxar seus cabelos pela nuca, e suas costas se arrepiarem. Ela se tocava e sentia sua bucetinha ficar cada vez mais molhada ateh que não aguentou mais e pediu: "me come, me come, por favor, me come, eu quero dar pra vc, me come." e ele colocou ela de costas pra ele e enquanto ela tirava a calcinha e erguia a saia, ele colocava uma camisinha no pau duro e assim que ela se virou pra pedir de novo pra que ele a comesse, ele enfiava a pica na buceta dela de uma vez, e ela sentia aquele pau entrar ateh o final. e assim ele foi comendo ela, puxando ela forte pelo quadril e esfregando bem o pau e os pelos pubianos na bunda dela bem empinada. enquanto ele comia ela, ele também apalpava os seios e respirava junto da orelha dela, chamando ela de vagabunda, de cadela, de putinha, de vadia e a cada palavra ele enfiava o pau mais rápido ateh que ela gozou a ponto de gritar, mas ele tapou a boca dela e continuou metendo fundo e ela ficou gozando enquanto sentia o pau entrando e entrando e pediu "goza em mim, por favor, goza em mim" e então ele disse que ia gozar e ela imediatamente disse "Na minha boca, por favor, na minha boca" e ele disse "então chupa o meu pau" e ela tirou a camisinha e começøu a chupar com força e com muita saliva a cabeça do pau dele e a bater punheta pra ele, até que ele gozou muita porra na boca dela e ela sentia os jatos entrando na boca, e sentia a porra quente na boca e ela engoliu tudo e limpou o canto da boca, colocou a calcinha e ele pos a calça. Ela sentia vontade de mais, mas o pau dele começava a amolecer dentro da calça e entao ela pediu: "me encontra amanhã, eu tenho uma viagem para florianópolis esse fim de semana e queria que vc viesse comigo, tem umas amigas que iam adorar te conhecer, que vc acha?" ele disse "que horas" ela; " as 21 na rodoviária" e ele disse que talvez aparecesse lá...
Rainha Branca
Ele resolveu dar o primeiro passo e passou por trás da cadeira dela e de propósito, esfregou o pau nas costas dela. Ela sentiu e imediatamente ficou toda molhada. Olhou pra ele enquanto ele entrava no banheiro masculino e ele sussurrou "VEm!" Ela sentiu o estomago gelar e resolveu levantar da sua cadeira no mínimo para lavar as mãos e torcer pra que ele a encoxasse na pia pra sentir aquele pau encostar na bunda dela, nem que por um minutinho. ou talvez, pra roçar a mão sem querer na calça dele.
Ao se aproximar, ele abriu a porta e sem que ninguém visse, deixou ela entrar na frente e entrou atrás. Estavam os dois, apertados dentro de um banheiro de bar, onde os garçons poderiam ouvir e mais gente poderia tentar entrar. Ela tentou balbuciar "você eh louco" mas ele jah a beijava e enfiava a língua na boca dela, lambendo os lábios e colocando a mão por baixo da saia para sentir a calcinha molhada. ela não conseguia resistir enquanto ele afastava a calcinha para o lado e colocava os dedos no grelinho molhado e dedilhava a bucetinha experimentando como seus dedos deslizavam entre a bucetinha e o cuzinho dela.
ele começou a chupar o pescoço dela e depois abaixou a blusa e o sutiã e chupou também os peitos, até o ponto em que quase doía pra ela e ela jah abria a calça dele, procurando o pau que ela queria chupar faziam horas...
Ela pegou o pau dele e pos na boca pra sentir cada pulsação que deixava o pau mais duro e com a cabecinha mais entumescida e engoliu o pau várias vezes até o ponto dele não caber na boca e ela ter que recuar. enquanto ela chupava, ela acariciava o saco dele e sentia ele se relaxar inteiro, e sentia ele puxar seus cabelos pela nuca, e suas costas se arrepiarem. Ela se tocava e sentia sua bucetinha ficar cada vez mais molhada ateh que não aguentou mais e pediu: "me come, me come, por favor, me come, eu quero dar pra vc, me come." e ele colocou ela de costas pra ele e enquanto ela tirava a calcinha e erguia a saia, ele colocava uma camisinha no pau duro e assim que ela se virou pra pedir de novo pra que ele a comesse, ele enfiava a pica na buceta dela de uma vez, e ela sentia aquele pau entrar ateh o final. e assim ele foi comendo ela, puxando ela forte pelo quadril e esfregando bem o pau e os pelos pubianos na bunda dela bem empinada. enquanto ele comia ela, ele também apalpava os seios e respirava junto da orelha dela, chamando ela de vagabunda, de cadela, de putinha, de vadia e a cada palavra ele enfiava o pau mais rápido ateh que ela gozou a ponto de gritar, mas ele tapou a boca dela e continuou metendo fundo e ela ficou gozando enquanto sentia o pau entrando e entrando e pediu "goza em mim, por favor, goza em mim" e então ele disse que ia gozar e ela imediatamente disse "Na minha boca, por favor, na minha boca" e ele disse "então chupa o meu pau" e ela tirou a camisinha e começøu a chupar com força e com muita saliva a cabeça do pau dele e a bater punheta pra ele, até que ele gozou muita porra na boca dela e ela sentia os jatos entrando na boca, e sentia a porra quente na boca e ela engoliu tudo e limpou o canto da boca, colocou a calcinha e ele pos a calça. Ela sentia vontade de mais, mas o pau dele começava a amolecer dentro da calça e entao ela pediu: "me encontra amanhã, eu tenho uma viagem para florianópolis esse fim de semana e queria que vc viesse comigo, tem umas amigas que iam adorar te conhecer, que vc acha?" ele disse "que horas" ela; " as 21 na rodoviária" e ele disse que talvez aparecesse lá...
Rainha Branca
Sobre ontem a noite...
Tesão insano e incontrolável, ousadia e voyeurismo. Gozo, gozo e gozo.
Poder...no seu cabelo e na sua pele, o meu deleite, o seu deleite...
Rainha Branca
Poder...no seu cabelo e na sua pele, o meu deleite, o seu deleite...
Rainha Branca
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